Obras do projeto da Galvani em Serra do Salitre avançam e operação de mineração começa em 2017

Região produzirá fertilizantes fosfatados, apoiará Brasil a reduzir dependência deste nutriente e a aumentar produtividade agrícola.

Yara entre as 50 maiores do Brasil

O Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre (MG), da Galvani, segue seu cronograma e avança para as etapas de terraplenagem e obras. A empresa trabalha para que as atividades de mineração sejam iniciadas no segundo semestre de 2017 e que a planta química e a de produção de fertilizantes estejam em pleno funcionamento no segundo semestre de 2018.

Com um investimento de cerca de US$ 500 milhões, o principal objetivo do empreendimento é aumentar a produção nacional de fertilizantes e, assim, diminuir a dependência de matéria-prima importada, que atualmente representa cerca de 70% do total consumido no País. O projeto terá capacidade de produção aproximada de 1,2 milhão de toneladas anuais de fertilizantes fosfatados.

Com o aumento da população mundial e a necessidade cada vez maior de produzir alimentos, os fertilizantes assumem um papel fundamental. Eles são os nutrientes que alimentam as plantas e têm função direta no aumento da produtividade agrícola. Ou seja, ao produzir fertilizantes em Serra do Salitre – próximo aos principais polos agrícolas do País, Sudeste e Cerrado – região e empresa contribuem de forma ainda mais relevante com o desenvolvimento do setor. “Este é o principal projeto da Galvani e trará um importante acréscimo na produção brasileira de fertilizantes fosfatados, já que o Brasil hoje importa cerca de 50% do fósforo que consome nas lavouras. Com o projeto, reduziremos a dependência de importações, o déficit da balança comercial do setor, além de colaborarmos para a geração de emprego e renda para a indústria nacional”, afirma Gustavo Horbach, gerente de Projetos da Galvani, responsável pelo empreendimento.

A geração de empregos é outro benefício do empreendimento para a região. Ao entrar em operação, o complexo irá empregar mais de 700 colaboradores diretos, além de 500 indiretos. A empresa, em parceria com Senai, Senat, Sesi, Governo do Estado de Minas Gerais, Prefeitura Municipal de Serra do Salitre e secretarias de Educação e de Desenvolvimento Social, proporcionou cursos de capacitação para qualificar a mão de obra local, possibilitando que a população da região se candidate às vagas existentes na obra e na posterior operação do complexo.

Conheça o projeto

Além de aumentar a fabricação de fosfatados, o complexo contará com uma unidade química para produção de ácido sulfúrico e ácido fosfórico, que serão utilizados pela própria Galvani na produção de fertilizantes e também comercializados com o mercado. A Galvani espera, com o início das operações do empreendimento, duplicar a produção da companhia e suprir as demandas do Complexo Industrial de Paulínia (SP), de maneira rentável e sustentável por contar com a mineração e a produção em processos integrados no mesmo local.

Paralelamente à fase final de obras e terraplenagem, a Galvani está aplicando na unidade a “Transição para a Operação”, processo que visa acionar e permitir que todos os setores da unidade estejam preparados para a operação, com os melhores prazos e de forma produtiva. “Com esta estrutura, somaremos as melhores práticas da Galvani e do mercado para cumprirmos as atividades fundamentais e integrarmos o projeto à operação da companhia da melhor maneira possível”, explica Bruno Pelli, gerente de Estratégia e Planejamento de Negócios da Galvani.

Informações para imprensa

Grupo CDI – Comunicação e Marketing

  • William Gimenes – (11) 3817-7910 – william@cdicom.com.br
  • Flávia Tavares – (11) 3817-7914 – flavia@cdicom.com.br
  • Cláudia Santos (11) 3817-7925 – claudia@cdicom.com.br