Comunicação

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Notícias


Fev 2009
Paulínia comemora 46 anos




Galvani acompanha crescimento da cidade e investe no desenvolvimento socioambiental da comunidade


Emancipada de Campinas em 1964, a cidade de Paulínia se tornou uma das que mais crescem no Brasil: com a sétima maior renda per capita, a cidade abriga hoje mais de 80 mil habitantes, segundo estatísticas do IBGE.

O crescimento populacional do município, que já é o maior da Região Metropolitana de Campinas (RMC), é um reflexo das oportunidades que oferece aos seus moradores. Além de atualmente ser referência na produção cultural nacional, por abrigar o Pólo Cinematográfico de Paulínia, o setor industrial da cidade responde por 50% de seu PIB, mostrando-se como um excelente lugar para trabalhar e viver com qualidade e acesso a opções variadas de lazer.

Galvani na história de Paulínia
No dia 28 de fevereiro, Paulínia comemora 46 anos, e essa história também caminha lado a lado com a trajetória da Galvani. Apenas sete anos depois de sua emancipação, a empresa chegou ao município. Desde então, faz parte e acompanha a história da cidade que hoje é considerada o maior pólo petroquímico da América Latina.

A relação da Galvani com Paulínia começou em 1971, quando a Galvani Engenharia e Comércio (GEC) foi contratada para realizar obras na cidade. Dois anos depois, motivada pelo progresso de Paulínia, a GEC comprou uma pedreira, onde está sediada até hoje. Já em 1978, as vantagens oferecidas pelo entroncamento rodoferroviário da região, fizeram com que a Galvani escolhesse a cidade para a instalação de um Terminal de Fosfato no bairro Betel. Menos de uma década depois, a empresa começou a erguer um dos maiores complexos de produção de fertilizantes do Brasil, conhecido hoje como Complexo Industrial de Paulínia (CIP).

Mais do que gerar negócios e empregos, a Galvani sempre apoiou iniciativas da cidade que contribuíssem para o desenvolvimento socioambiental da comunidade. Por isso, investe em projetos como o Viva Betel, que integra e desenvolve os moradores do bairro por meio do karatê e atividades que envolvem pais e alunos. “O Instituto Lina Galvani, nosso braço social, é que toca o projeto em parceria com a Associação de Moradores de Betel. Estamos sempre em contato com eles e com o poder público para evoluir ainda mais em ações como essa”, diz Rodolfo Galvani Neto, Gerente de Comunicação da Galvani.




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