Comunicação

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Notícias


Jan 2009
Nova planta triplica capacidade de produção de granulados no Nordeste


A moderna unidade fica no Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães (CILEM)



Em novembro de 2008 foi iniciada a operação da segunda planta de granulação (G2) no CILEM, triplicando a capacidade instalada no complexo. A possibilidade de produzir mais 350 mil toneladas ao ano, deixou a Galvani preparada para atender ao crescimento do mercado na região nordeste.

Rodolfo Galvani Júnior, presidente do Conselho de Administração, destaca que a G2 foi desenvolvida, projetada, fabricada e montada pela engenharia da Galvani e reúne todo o know-how adquirido pelo Grupo ao longo destes últimos 25 anos em outras plantas de granulação.

O projeto é inovador no layout, sistemas de alimentação, peneiramento e moagem, alem de privilegiar a segurança e automação, o que reforça a eficiência operacional. A G2 também atende de forma ainda mais rigorosa aos controles ambientais e oferece ganhos na qualidade,
ao aprimorar critérios de padronização como a maior homogeneidade dos grânulos.

Inicialmente, a G2 vai substituir as operações da G1, uma vez que o volume de produção da nova planta atende às atuais necessidades do mercado. A médio prazo, com a expectativa de crescimento da demanda por fertilizantes tanto no oeste baiano quanto no sudoeste do Piauí, Tocantins e sul do Maranhão, as duas unidades poderão funcionar em paralelo. Esta ampliação da capacidade instalada de granulação no complexo aliada a um novo aumento na capacidade
de estocagem, projeto já iniciado, dará ainda mais segurança aos agricultores para suas necessidades de pronta entrega dos produtos em épocas de safra. Isso porque o CILEM está localizado próximo a essas fronteiras agrícolas, o que facilita a logística de distribuição.

“Outro aspecto importante a ser destacado com o início do funcionamento da G2 é que a nova planta garante flexibilidade para produzirmos um leque maior de formulações, inclusive de produtos amoniados, que possibilitarão um melhor controle da acidez e da dureza dos grânulos”, destaca Cláudio Fernandes, diretor industrial.


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