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Fev 2010
Instituto Lina Galvani firma parceria com prefeitura de LEM para recuperar áreas degradadas

Compromisso permite também arborizar a área urbana de Luís Eduardo Magalhães e região
Quarta-feira, dia 3, o Instituto Lina Galvani assinou um termo de cooperação com a prefeitura
de Luís Eduardo Magalhães (LEM) através da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) para o fornecimento de mudas de espécies nativas do cerrado que serão usadas na recuperação de áreas degradadas e na arborização urbana de LEM e região. Participaram do ato o prefeito Humberto Santa Cruz, a secretária de Meio Ambiente Fernanda Aguiar, a Diretora Administrativa e Financeira do Instituto Lina Galvani Maria Olinda Ricardi e a coordenadora do Parque Fioravante Galvani Mariângela Pinho.
As mudas serão produzidas no viveiro do Parque Fioravante Galvani, primeiro centro de conservação de espécies animais e vegetais do oeste baiano, que estende-se por uma área preservada de cerrado de 20 hectares e está a 12 km de Luís Eduardo Magalhães.
O acordo prevê que as mudas virão das parcerias firmadas entre empresas e o Instituto Lina Galvani para o viveiro. Cada empresa parceira que aderir ao projeto doará parte da produção de mudas para o município. A identificação das áreas prioritárias será feita pela SEMA. “Atualmente, o município não conta com viveiro próprio e as poucas áreas verdes estão arborizadas com árvores exóticas, que não são próprias do cerrado. A parceria com o Instituto Lina Galvani será fundamental para o trabalho da prefeitura de LEM de humanização da cidade, trazendo o cerrado mais perto dos cidadãos para melhorar a qualidade de vida de todos”, explica Fernanda Aguiar, secretária de Meio Ambiente.
De acordo com a coordenadora do Parque Fioravante Galvani, Mariângela Pinho, a parceria com a prefeitura marca o início do Projeto Cerrado Baiano, que visa recuperar áreas degradadas do oeste da Bahia através de parcerias com empresas e prefeituras.
“Essa parceria demonstra que a união entre o poder público, a iniciativa privada e o terceiro setor pode render bons frutos para o meio ambiente e para a comunidade. É também uma grande oportunidade para que outras empresas da região multipliquem esta ação”, analisa Mariângela.
PRIMEIRA EXPERIÊNCIA
Em 2009 o Instituto Lina Galvani se associou a XinguAgri, braço agrícola da empresa Multigrain, com o intuito de ampliar o viveiro do Parque Fioravante Galvani e produzir mudas de espécies nativas para recuperar áreas degradadas no cerrado baiano. A parceria resultou na produção de 60 mil mudas, parte para a demanda da XinguAgri e o restante para a comunidade.
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