Comunicação

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Notícias


Jul 2010
Instituto Lina Galvani busca parceiros para o desenvolvimento socioambiental do cerrado




Atualmente nove espécies do cerrado brasileiro, em grande parte ameaçada de extinção, são mantidas no criadouro do Parque Fioravante Galvani, em Luís Eduardo Magalhães, Oeste da Bahia. São elas: cervo-do-pantanal, lobo-guará, ararajuba, tamanduá-bandeira, arara-azul-grande, bugio, gavião-caboclo, veado-catingueiro e arara canindé.

Criado em 2006 pelo Instituto Lina Galvani como o primeiro centro de conservação e educação ambiental do cerrado baiano, o Parque conta com 26 animais, parte deles mantida com o apoio de empresas parceiras.

Para ampliar as parcerias, o instituto realiza a campanha Adote Uma Espécie. “Ao participar da campanha, as empresas ajudam no desenvolvimento socioambiental do cerrado e no trabalho de educação ambiental realizado com a população da região, além de ter o nome aliado a um projeto reconhecido pelo poder público e órgão ambientais”, diz Mariângela Pinho, Coordenadora do Parque Fioravante Galvani.

O criadouro é signatário de Studbooks (livro de registro genealógico de populações em cativeiro como o cervo-do-pantanal e lobo-guará), participa de planos de manejo e recebe estudantes de universidades que pesquisam meios de preservação das espécies em perigo de extinção. Os animais provêm de permutas com zoológicos e outros criadouros, prática que garante a formação de novos casais e a continuidade das reproduções.




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